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Voluntariado Jovem de Verão

Para todos os que pretendem ocupar as suas férias de verão com uma proposta mais ousada e enriquecedora, esta informação pode interessar-vos.
O Santuário de Fátima em colaboração com o Movimento Mensagem de Fátima e o Centro Voluntários do Sofrimento organizam todos os anos um tempo de férias e formação para mães de deficientes. Neste sentido, pretendem angariar jovens voluntários que se disponham a acompanhar os seus filhos no período da actividade.
As datas previstas são estas: 16 a 22 de Agosto, 23 a 29 de Agosto, 6 a 12 Setembro
Mais informações podem ser obtidas junto do Sr. Fragoso pelo telemóvel 96 51 56 178.

Recordamos que o tempo de verão pode ser um momento propício para os jovens adoptarem por ocupações alternativas que são simultaneamente propiciadoras de crescimento humano.

JOC: WORLD CAFÉ, sobre ENDIVIDAMENTO JOVEM



A JOC -JUVENTUDE OPERÁRIA CATÓLICA, da Diocese de Leiria-Fátima promove no próximo dia 27 de Junho de 2009, na Praça de S. Pedro de Moel, pelas 16.30 horas um Word Café com o tema “Endividamento Jovem”.

Abordar o fenómeno do endividamento das famílias e, concretamente, dos jovens não se revela tarefa fácil. Está em causa aceder a um tipo de informação que as partes envolvidas procuram omitir o mais possível. Não queremos mais que este assunto seja um tabu!

O evento “ World Café” é um espaço que pretende encorajar todos os presentes a contribuir com ideias e perspectivas. A oportunidade de passear entre as mesas, conhecer novas pessoas, é uma das características marcantes deste “café”. Enquanto os participantes levam ideias-chave ou temas para novas mesas, compartilham perspectivas, enriquecendo a conversa.

O principal objectivo deste encontro é cativar, sensibilizar, informar, mobilizar e organizar os jovens e a população em geral, para serem voz activa nesta sociedade. A JOC pretende despertar para a importância de reflectir sobre esta nova realidade que atinge grande parte da população portuguesa.

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Regueira de Pontes: quem quer ir a Taizé?

Um grupo de adolescentes da paróquia de Regueira de Pontes irá a Taizé de 25 de Julho a 3 de Agosto próximo, acompanhados pelo P. Vítor Mira.
Irão também algumas pessoas do grupo missionário Ondjoyetu e de outros grupos da diocese.
Tendo em conta que fretando um autocarro se pode conseguir um preço mais em conta, está-se a pensar fazê-lo. Mas para isso é preciso que vá completo.
Se houver pessoas interessadas em ir nesta data e que já tenham feito a sua inscrição em Taizé, podem contactar a organização. Por agora há 13 lugares livres.
Podem entrar em contacto pelos seguintes meios:
E-mail: vitormira67@gmail.com
Telefone: 244 840 637
Telemóvel: 937 840 637

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Ícone da Amizade em Peregrinação


No Carnaval de 2010, entre 13 e 16 de Fevereiro, vão reunir-se no Porto milhares de jovens para procurar juntos as fontes da alegria através:

– de uma experiência de hospitalidade proporcionada pelas famílias da Invicta;
– da beleza de uma comunhão com Deus celebrada em orações comunitárias;
– da descoberta de iniciativas que visam dar um rosto mais humano à sociedade;
– do encontro com jovens vindos de horizontes muito diversos;
– da reflexão bíblica e sobre a relação da fé com temas sociais, culturais ou artísticos;
– de uma vivência concreta em Igreja, em espírito de simplicidade, partilha e acolhimento.

Para melhor preparar o encontro o Ícone da Amizade estará em Peregrinação pelo país, como forma de chamar todos aqueles que quiserem a este encontro. Numa época em que o horizonte parece ficar mais sombrio para muitos, é importante que nos encontremos para voltar a afirmar a esperança que nos anima. Para todos aqueles que pretendam acolher o Ícone basta contactar:

Sandra Santos – icone.da.amizade@gmail.com
96 380 22 04 ou 91 912 52 85
Mais informações acerca do encontro no Porto em: www.taize.fr/porto

GPS: apresentação da proposta para grupos de jovens


És jovem e queres conhecer um pouco mais a pastoral juvenil da Diocese?
És jovem e queres iniciar uma grupo juvenil na tua paróquia?
És jovem e queres ter novas ideias para a pastoral juvenil na tua comunidade?
És jovem e estás a pensar em ser animador de grupo de jovens?
És animador de grupo de jovens e queres inovar o itinerário?

Então, queremos ajudar-te a responder às tuas questões!

O SDPJ de Leiria está a organizar um dia para apresentar um projecto que está a ser adoptado em todo o país e na nossa Diocese. Chama-se GPS e está a ter uma aceitação muito boa.

No dia 27 de Junho, sábado, uma equipa dos Salesianos – que são os mentores da proposta – estará connosco para, duma forma simples e prática, nos explicarem o que é o GPS.

PROGRAMA
início: 9h30
manhã: o projecto (fundamentação, objectivos, propostas concretas de itinerário, etc.)
almoço: para partilhar (cada participante deve trazer o seu)
tarde: prática (exemplo de sessão em que os animadores passarão pelo papel de animandos)
final: 16h30 (discutimos a experiência , tiramos dúvidas, etc.)

DATA E LOCAL:
Sábado, 27 de Junho, no Seminário Diocesano de Leiria (ver localização)

INSCRIÇÕES
Para te inscreveres, clica aqui.
O valor da inscrição é de 5,00 euros.

Um dos grandes desafios com que nos deparamos actualmente no nosso trabalho pastoral com os jovens tem a ver com a continuidade destes após os 10 anos de catequese; em grande parte por nem sempre termos um itinerário adaptado a essas idades que os ajude os a continuar a sua formação, a sedimentar a experiência de fé e a promover a vinculação eclesial.

Para responder a esta situação, os Salesianos de Portugal desenvolveram um itinerário pedagógico, ao qual deram o nome sugestivo de GPS; várias dioceses portuguesas têm vindo a utilizar este projecto para os seus grupos de jovens paroquiais, com resultados bastante positivos.

Atendendo à realidade própria da nossa diocese, pareceu-nos oportuno promover também entre nós a utilização desse itinerário nos grupos de jovens, tanto nos que já existam, como nos que, porventura, se vão formando nas paróquias.

Para tal, uma equipa dos Salesianos do Porto levará a cabo uma sessão de apresentação deste itinerário no Sábado, 27 de Junho, das 9h30 às 16h30, no Seminário de Leiria.

É importante que, de cada paróquia ou Centro de culto, participe, pelo menos uma pessoa que já esteja a trabalhar com jovens ou que o possa vir a fazer. A participação de alguns párocos seria da máxima importância, sobretudo aqueles que, nas vigararias estão encarregados do sector da juventude.

Contamos com a tua colaboração e dinamização desta actividade e muito gostaríamos que também pudesses participar.

Barreira: grupo de jovens organiza festa ao estilo dos anos 80


Tu queres é Festa!
Queres recordar as musicas dos anos 70 e 80 que te fazem, e aos teus pais, vibrar?
Então esta notícia é mesmo para ti.
Dia 30 de Maio, sábado, pelas 21 horas aparece no salão paroquial da Barreira, vem vestido a rigor porque vai haver prémio para a melhor caracterização.
Mais informação em: http://www.gjbarreira.net/forum/viewforum.php?f=12
Alguma duvida podes sempre contactar através deste email: gjbarreira@hotmail.com
Aparece e traz a tua família,
Cumprimentos dos Grupo de Jovens da Barreira

Descarregar cartaz aqui.

Uma experiência de missão

Há 4 anos estive na Índia, em Calcutá durante 3 semanas para fazer uma experiência de voluntariado com as Missionárias da Caridade pois desde adolescente que tinha o sonho de conhecer a “casa mãe” e os locais onde Madre Teresa de Calcutá tinha iniciado a sua obra. Considero-me uma apaixonada pela sua vida!

O meu regresso à Índia – Calcutá

Agora compreendo que tinha de voltar…
Trazia uma angústia no meu coração, tanto sofrimento, tanta pobreza… porquê, Meu Deus? E eu no meu conforto, com família, amigos, casa, trabalho… tanto! Tentei apagar da minha memória as imagens que me despedaçaram o coração e tentava não falar muito da minha experiência lá. As minhas palavras resumiam-se a pouco mais que: “é uma país muito duro, com uma realidade muito dura”. Pouco mais era capaz de articular e o meu coração ia tentando esquecer/ camuflar essa experiência riquíssima, que me tinha feito crescer vários “metros” e perceber que o verdadeiro sofrimento existe mas o verdadeiro Amor também.

Eu conhecia o sofrimento da doença de conhecidos, de problemas graves de famílias, de abandono de idosos mas normalmente por passa palavra. Mas é muito diferente quando todos os dias durante 3 semanas somos confrontados com rostos magros que vivem na rua, no passeio onde eu tinha de caminhar logo às 5.30 da manha, cerca de 40 minutos para chegar à casa das Missionárias da Caridade (grandes almas de Deus, não lhe posso poupar qualquer elogio). Os passeios àquela hora estavam repletos de gente a dormir, e não eram só homens (como também infelizmente vemos em Lisboa), eram famílias inteiras, homens, mulheres e crianças.
Se passava um pouco mais tarde, já estavam a acordar, a começar a lavar-se, a vestir-se, a comer, ali mesmo no passeio… tudo exactamente no mesmo espaço. O cheiro em muitas ruas era nauseabundo, mesmo difícil de suportar, existiam alguns urinóis mas nem sempre! As lixeiras eram abundantes onde brincavam crianças e abutres!! O cenário eram chocante e dia após dia o meu coração sangrava, chorava.

Estava sozinha… fiz muitos amigos, voluntários dos 4 cantos do mundo, mas não havia um português sequer (com excepção da Irmã Maria do Carmo que encontrei mais tarde). Guardava tudo no meu coração… era difícil partilhar o que me ia na alma.
Á chegada estava muito confiante. Já tinha estado 9 meses em Moçambique como voluntária a trabalhar nos bairros, vinha de uma “missão” em Timor de cerca de 3 meses, já tinha ouvido algumas dezenas de histórias e testemunhos lindíssimos de missão, logo não pensei que fosse tão diferente. No meu intimo estava convencida que estava preparada. Nunca tinha falado com ninguém que lá tivesse estado nem visto fotografias de qualquer voluntário… mas tinha lido todos os livros que encontrava de Madre Teresa de Calcutá e visto inúmeras fotografias desde a minha adolescência. Mas… o confronto com a realidade é tão diferente… as fotografais, os livros e até as palavras não têm cheiro, não têm sabor, não têm o palpitar dos corações…

No regresso a minha conclusão era: a experiência de missão no Nirmal Hirday, na casa do moribundo, a primeira casa que Madre Teresa fundou, onde trabalhei como voluntária durante essas 3 semanas, foi muito boa, dura mas muito reconfortante, o verdadeiro Dar e Receber lindíssimo da Missão, mas toda aquela pobreza que me parecia infinita levavam-me a dizer que “a Índia é um pais que não tenciono voltar”.

Mas tantas vezes que Deus nos troca as voltas…
E parece que Deus tencionava troca-las desta vez. Quatro anos depois, no fim de ter pensado em diferentes destinos para estas férias, como Moçambique, Birmânia, Camboja, e já estar quase tudo pensado para o Peru, eis que dou por mim já com os bilhetes comprados para a Índia. Quando tomei consciência, não escondo que senti um frio pela espinha e um aperto no coração. Algum medo instalou-se. No primeiro dia, que cheguei, (fui para Deli, a capital da Índia), antes de dormir chorei, chorei, chorei… aquelas lágrimas eram de há 4 anos atrás mas porque estava sozinha e não podia ficar doente nem “desprotegida”, “calquei-as” no meu coração. Todas aquelas questões voltavam: Mas porque é que eu não posso fazer nada? Mas porque é que milhares de pessoas têm de viver nestas condições nos nossos dias em que outros esbanjam tanto? Mas porque é que tantas crianças não têm espaço para brincar naquelas ruas da cidade onde vivem cerca de 22 milhões de pessoas? Qual o meu papel?
E pedia ajuda a Deus. Percebi que me acalmava, era como se a minha querida Madre Teresa de Calcutá estivesse ali ao meu lado e me recordasse as palavras do poema pegadas na Areia: “Minha querida filha jamais te abandonarei”, aquele conforto de mãe, de pai. Parecia que ela segredava ao meu ouvido, para eu ler as suas palavras no livrinho da sua novena que tinha comigo (que tem como titulo: Jesus é o meu tudo em tudo” – que as irmãs de Lisboa me tinham oferecido) e abri na página 19. Parecia que ali estava a resposta e começava a perceber o porquê do meu regresso à Índia.

Nesta página tinha o texto para o sétimo dia que fala da alegria – Deus ama quem dá como alegria. “O serviço a Deus e às almas é sempre duro, por isso com maior razão devemos tentar adquirir a alegria e fazê-la crescer em nossos corações. A alegria é oração. A alegria é força. A alegria é amor. A alegria é uma rede de amor com a qual se pode pescar muitas almas.” Palavras tão simples e que faziam tanto sentido no meu coração. Pedi muito que os meus anjos me acompanhassem naqueles dias que estavam para vir, que me dessem muita força para enfrentar toda aquela pobreza e principalmente capacidade de entendimento e aceitação para que pudesse passar os meus dias a sorrir, a dar o sorriso de Jesus, essa alegria que Deus tanto aprecia.

Novamente o táxi chegou à Rose Boad e parou junto do 54A, a Mother House, em Calcutá,como há 4 anos atrás. Mas agora senti uma paz invadir o meu coração… que milagre! Ao entrar naquela portinha castanha uma alegria apertou o meu coração, o regresso ao lar da minha tão estimada Madre Teresa. Sentia sinceramente uma paz naquele lugar que já me tinha esquecido de tantas tarde que ali passara a “conversar” junto ao tumulo da “Mother” ou na capelinha junto à sua estátua joelhada na sua almofada. Que bom! Mais uma vez percebia o significado do meu regresso. Afinal os “fantasmas” estavam a desaparecer.. ou será que eles existiam? Acho que os criei eu própria como refugio.

E Deus tinha mais uma surpresa preparada para mim. Á chegada enquanto falava com a irmã e a questionava sobre qual o alojamento que nos sugeria, ela chamava um Padre espanhol que tinha acabado de chegar com um grupo de 20 universitários para missão. E dizia “Eu acho que eles estão na Monica’s House e provavelmente vocês podem ficar lá”. O jovem padre chegou com os seus jovens. Aquela cara não me parecia desconhecida. Ele olhou para mim e foi um momento de grande emoção…era o Padre Peter, conhecemo-nos há 4 anos atrás. Ele tinha estado lá, em 2002, com outro grupo de espanhoes, que eu conhecera. Que excelente surpresa! Deus é assim! Conversamos, também ele não tinha voltado durante estes 4 anos e tinha chegado no dia anterior para mais uma experiência de cerca de 1 mês!

Os dias sucederam-se, o meu coração estava invadido de uma paz inexplicável. Olhava para as pessoas na rua e apoderava-se de mim um sentimento de Amor e não de dó… uma transformação divina no meu sentir… olhava aquelas pessoas com carinho e já conseguia discernir que muitos mendigavam por “profissão”, como as irmãs nos alertavam. As crianças afinal sorriam. Encontrei a mesma pobreza, mas conseguia dar com muita alegria.

Decidi ser a Irmã Karina (que é u
ma das responsáveis pelos voluntários) a escolher o local onde ficaria desta vez a trabalhar. E ela sem hesitações perguntou se eu estava disponível para trabalhar no Nirmal Hirday (as irmãs têm cerca de 9 casas em Calcutá onde os voluntários podem trabalhar). Outro sinal de Deus. Deus queria que eu voltasse a trabalhar exactamente onde estivera há 4 anos atrás. Aceitei, prontamente, e no dia seguinte lá estava. Também ali o regresso foi com muita serenidade. Percebi que sentia muitas saudades daquele lugar e que apesar dos primeiros dias, há 4 anos, terem sido difíceis, agora recordava apenas tantos bons momentos que ali passara. Olhava as camas e recordava os rostos anteriores. Que engraçado! Recordava as massagens que tinha feito à senhora que estava cama 32, e a canção que tinha cantado à jovem da cama 17, …

As tarde passadas no Nirmal Hirday voltaram a ser muito bonitas. O Nirmal Hirday, também conhecido como casa do moribundo, é uma casa onde são acolhidas pessoas em estado muito grave, muitas vão ali para morrer, vêm das ruas, sozinhas, doentes, com fome. Há uma secção para homens e outras para senhoras, chegam a estar cerca de 100 doentes. É tão bonito perceber como muitos deles recuperam…
Recordo entre muitas histórias, o dia em que decidi comprar um verniz para lhes pintar as unhas (as senhoras são vaidosas em todos os cantos do mundo!!). Uma velhinha quis uma pintura completa de mãos e pés! No fim por gestos pois eu não percebia o seu bengali e ela não entendia o meu inglês (nem português!) lá percebi que íamos trocar de posições e ela pintou-me também as unhas dos pés e das mãos. Foi um momento tão bonito! Mais uma vez Jesus estava ali, nos pequenos gestos. Exactamente como Madre Teresa tantas vezes dizia: “Não podes fazer grandes coisas mas podes fazer coisas pequenas com grande Amor” ou “Não interessa a quantidade de coisas que fazes, interessa o amor que colocas em cada uma delas”! Sem duvida que Madre Teresa é para mim uma grande referencia, uma mulher dos nossos dias que como é relatado na sua história: “deixou o conforto do convento para se dedicar aos pobres da ruas de Calcutá”. E o testemunho das Irmãs é excelente, verdadeiras missionárias ao serviço dos pobres dos mais pobres. Bem Hajam. E todos nós que temos o privilégio de conhecer almas, assim, grandes, temos também a obrigação de fazer “pequenas coisas mas com muito Amor”.
Percebia agora as coisas de forma muito mais clara que a angustia que me dominava em relação à pobreza extrema que tinha conhecido em Calcutá era agora substituída por esta compreensão.

Agradeço profundamente a Deus por este regresso a Calcutá…
Se quiserem saber mais pormenores desta experiência e aspectos logísticos de como fazer voluntariado em Calcutá, perguntem. Os aspectos logísticos são muito fáceis, chegam lá pessoas de todas as idades, de todos os continentes, sozinhas ou e grupo, por uma semana ou por muitos meses. As irmãs recebem todos de braços abertos, desde que levem muito Amor no seu coração… porque Jesus é assim!

Teresa Eugénio
teresa.eugenio1@gmail.com