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Mensagem da Conferência Episcopal Portuguesa aos Jovens

Caríssimos jovens, as melhores e mais amigas saudações dos vossos Bispos, reunidos em Fátima.

Todos nós, os que estivemos em Madrid, na XXVI Jornada Mundial da Juventude (JMJ), recordamos, com alegria, a “Grande Festa da Fé”, vivida com o Papa Bento XVI e com tantos jovens, vindos do mundo inteiro. De Portugal, fomos mais de 12.000: jovens, responsáveis das dioceses e das estruturas diversas da Pastoral Juvenil. Nós, os Bispos, acompanhámos todo este acontecimento com alegria e proximidade pastoral e afetiva.

Porém, foram muitos mais os jovens que, mesmo não indo a Madrid, viveram estas Jornadas, ou porque acompanharam e estiveram na sua preparação, ou porque seguiram, de perto, a experiência ali vivida.

É a todos vós, jovens de Portugal, e responsáveis diocesanos e de todos os organismos juvenis, que nós queremos dirigir esta mensagem.

O que foi a JMJ de Madrid?

Certamente já tivestes ocasião de partilhar esta vivência com tantos e tantos amigos… Foi uma experiência de fé, no encontro com a Pessoa de Jesus Cristo, mediado pelo Papa Bento XVI, por todos aqueles que vos acolheram e vos falaram – nas comunidades paroquiais, nas catequeses, nas atividades diversas daqueles dias, nos momentos de oração – e por tantos jovens, vindos das diversas partes do mundo, com quem estabelecestes uma relação próxima, a vários níveis e de tantas formas.

Este encontro com Jesus Cristo sentiu-se particularmente vivo na Eucaristia, na Adoração eucarística, durante a Vigília em Quatro Vientos, e na Via Sacra.

Como momento especial das Jornadas, não podemos esquecer o encontro e a festa do dia 18 de agosto, no Palácio de Congressos “Arena de Madrid”. Por ser a primeira vez e pela sua grandeza espiritual, pastoral e social, queremos felicitar a Equipa do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil (DNPJ), todos os responsáveis e animadores e todos os jovens, louvando o trabalho feito, desde a preparação até à realização deste momento tão significativo na Pastoral Juvenil de Portugal, vivido na JMJ de Madrid.

A JMJ tocou alguns pontos fundamentais, que podem ajudar a delinear um “perfil” de jovem cristão. Concretamente:

– O jovem cristão encontra em Jesus Cristo o sentido da sua vida, tornando-se discípulo e missionário, no mundo e na Igreja.

– A partir deste encontro com Jesus Cristo, o jovem acredita na importância da sua missão e quer trabalhar por um mundo melhor, tornando-se testemunha de fé nos diversos ambientes.

– Na sua ação, o jovem sabe que não está sozinho, pois ser cristão é caminhar com Jesus na comunhão da Igreja. Vê os outros como amigos e irmãos e a todos quer comunicar a alegria de conhecer Jesus Cristo.

– O jovem vê na Igreja a comunidade que lhe mostra o verdadeiro rosto de Jesus. Nela, sem medo e sem vergonha, vive a sua alegria no seguimento de Cristo.

– O jovem cristão precisa da Igreja para viver a fé em Jesus Cristo, numa formação permanente, assente na Palavra de Deus e na Eucaristia, dando sentido à sua esperança. De facto, como afirmou o Papa, “a Igreja precisa dos jovens mas vós, os jovens, também precisais da Igreja”.

O que vos disse o Papa?

Convosco tivemos a oportunidade e a alegria de partilhar esta experiência única e de viver aquela feliz aventura. Somos testemunhas de alguns desafios que vos foram feitos por Bento XVI e que, nesta mensagem, queremos recordar e propor como compromissos para a Pastoral Juvenil em Portugal. Assim, a todos os mediadores que vos acompanham – nas dioceses e nas paróquias, nos institutos de vida consagrada e nos movimentos, em todas as estruturas da Pastoral Juvenil e também na coordenação nacional – queremos recordar três pontos fundamentais:

– Necessidade de formação permanente, complementando o amor à Palavra de Deus e à Eucaristia com outros meios de aprofundamento da fé. O YOUCAT, oferta incluída no vosso “kit de peregrino”, é um meio ao serviço deste desafio. A valorização do tema vivido – “enraizados em Cristo, firmes na fé” – deve ser complementado pelo de 2012 – “alegrai-vos sempre no Senhor”.

– Ajuda à formação e à missão o cumprimento de outro apelo do Papa Bento XVI, o de viverdes uma relação de pertença, participando na vida da Igreja.

– Não podeis esquecer, caros jovens, a dimensão da resposta alegre, feliz e entusiasta a Jesus, nos diversos chamamentos que Ele vos faz ou vier a fazer: “Respondei-Lhe com generosidade e coragem – escreve o Santo Padre – como corresponde a um coração jovem como o vosso. Dizei-Lhe: Tu conheces-me e amas-me. Eu confio em Ti e coloco nas Tuas mãos a minha vida inteira. Quero que sejas a força que me sustenta, a alegria que nunca me abandone”.

A Igreja e a Sociedade são campos vastos para a entrega consagrada, na missão.

E a partir de Madrid?

O Papa convidou-vos para um novo encontro, no ano 2013, no Rio de Janeiro. Porém, a Pastoral Juvenil não é somente encontros, festas e jornadas mundiais. O programa que esses acontecimentos suscitam, deveis vivê-lo no dia a dia, num testemunho cristão que une muito bem os três temas, tão próximos e seguidos no tempo: “enraizados em Cristo, firmes na fé” (2011), “alegrai-vos sempre no Senhor” (2012) e “ide e fazei discípulos de todos os povos” (2013). Podem ser fonte de um belo programa para vos motivar à formação, vos acompanhar na dinamização das vossas comunidades, estruturas ou movimentos, de vos guiar na participação em grupos de jovens no vosso meio e de vos iluminar no testemunho ativo, coerente e feliz no seguimento de Jesus.

Ao terminar a missa de encerramento, disse o Papa aos jovens portugueses: «Foi para este momento da história, cheio de grandes desafios e oportunidades, que o Senhor vos mandou: para que, graças à vossa fé, continue a ressoar a Boa Nova de Cristo por toda a terra». É nesta hora concreta que sois chamados a ser protagonistas para a transformação da sociedade, enraizados em Cristo e firmes na fé.

Nós, os Bispos de Portugal, tudo faremos para dotar as dioceses, as estruturas diversas da pastoral e o órgão coordenador nacional (DNPJ), das pessoas que vos possam ajudar a conhecer melhor Jesus Cristo e a viverdes firmes na fé e na alegria de serdes discípulos e missionários na Igreja e na Sociedade.

Fátima, 10 de novembro de 2010

JMJ 2011: viagem de generosidade

Dia 15 partimos, cheios de expectativas, para Madrid, para aquela que se revelaria uma viagem muito cansativa, mas recheada de emoções.

Esta viagem foi extremamente importante para mim, pois permitiu-me encontrar outros jovens, fazer amizades, aumentar e partilhar a minha fé com pessoas que crêem no mesmo que eu, e, principalmente, atingir o objectivo para o qual trabalhei (em conjunto com o meu grupo) ao longo de cerca de um ano: o encontro com o Santo Padre. Foi um momento bastante emotivo em que senti o meu coração encher-se de felicidade, de amor e de fé, a qual foi aumentada e reforçada ao longo desta semana.

Na visita à cidade constatei que a fé se lia na cara das pessoas. Era como se todos nos conhecêssemos, como se todos fossemos irmãos e, tudo isto por estarmos unidos por uma só pessoa: Deus.

Até os conflitos contra a realização das Jornadas Mundiais da Juventude fizeram aumentar a nossa fé. Fizeram-nos perceber que, se há quem seja contra a igreja católica e o santo padre, nós temos o dever de defendê-los com “unhas e dentes”, pois é nisto que nós acreditamos e são esses os pilares da nossa fé.

Por podermos ter vivido esta experiência rica em emoções, agradecemos à nossa coordenadora de grupo Júlia Baptista, ao nosso Pároco e grande amigo Padre Vítor Mira e a todas a pessoas da nossa freguesia de Urqueira pela imensa generosidade, sem a qual não teríamos conseguido concretizar esta bela viagem. A todos um Muito Obrigado.

Rafael Baptista

JMJ 2011: o início de uma aventura

O dia 15 de Agosto significa, para muita gente, o início (ou fim) das tão desejadas férias. Para mim, e para mais 209 jovens, marcou o inicio de uma grande aventura.

Confesso que parti com algum receio do que iria encontrar e o choque não podia ter sido maior quando, ao chegarmos ao local em que iríamos ficar, vi as condições em que iríamos tomar banho. Naquele momento pensei “Onde é que eu me vim meter”, mas depressa, e com o decorrer do primeiro dia, essa pensamento desvaneceu-se. À medida que os dias passavam e que assistíamos às pequenas celebrações cheias de significado, o meu coração começou a impor-se perante a minha cabeça e disse “Estás aqui para te tornares cada vez mais firme na fé, mesmo que para isso tenhas de fazer alguns sacrifícios!”.

Comecei, então, a aproveitar ainda melhor cada minuto daquela semana. Ouvi atentamente as palavras que os nossos bispos nos dirigiram, mas senti que as palavras do nosso Cardeal Patriarca D. José Policarpo foram mais especiais… tocaram-me de uma forma particular, deixando-me a pensar.

Quando dei por mim já a semana estava a acabar. Era sexta-feira ao fim da tarde e estava à espera do Papa numa de tantas praças em Madrid. Após a espera ansiosa, lá o avistei, cada vez mais próximo de mim, até que chega o tão esperado momento: o Papa Bento XVI está mesmo à minha frente! Sinceramente, quando saí de Leiria, nunca pensei, no meio de tanto jovem, conseguir ver o Papa, mas este foi, sem dúvida o momento mais marcante e emocionante desta longa semana.

No início do fim de semana o caminho foi longo rumo ao Aeródromo para aquela que seria uma noite intensa e cheia de surpresas. A caminhada correu da melhor maneira (principalmente nos momentos dos banhos proporcionadas pela população) e a chegada ao aeródromo foi surpreendente. Se até aqui sabia que nas Jornadas Mundiais da Juventude estavam presentes mais de 1 milhão de jovens, foi ali, naquele espaço e naquele momento, que tomei noção dessa realidade. Foi maravilhoso ver tantos jovens iguais a mim, ali, prontos a passar uma noite ao ar livre por uma só razão: Jesus Cristo que estava diante de nós na pessoa do papa Bento XVI.

A par com o cair da noite também as primeiras gotas de uma longa tempestade começaram a cair. A noite foi dura, mas nós permanecemos firmes e no domingo de manhã lá estávamos prontos para o início da eucaristia.

Naquela manhã de domingo as palavras que o Papa nos dirigiu foram, sem dúvida, um conforto após aquela noite “Pensei muito em vós, nestas horas em que não foi possível ver-nos. Espero que tenhais podido dormir um pouco, apesar dos rigores do clima. Tenho certeza que, nesta madrugada, tereis levantando, mais de uma vez, os olhos para céu, e não só os olhos, também o coração, e isso vos terá permitido rezar.”.

No fim de tudo isto percebi que, como uma Irmã me disse uma vez, nós estávamos lá por algum motivo. Éramos nós, e não qualquer um dos muitos outros jovens portugueses que ficaram em terras Lusas ao longo daquela semana, que estávamos ali. Nada acontece por acaso e nós fomos os escolhidos.

A nossa semana tinha acabado, mas na mala trazíamos uma missão: Levai o conhecimento e o amor de Cristo ao mundo inteiro. Ele quer que sejais os seus apóstolos no século XXI e os mensageiros da sua alegria. Não O desiludais!” Agora é esta a nossa tarefa!

Mariana Monteiro

JMJ Madrid: testemunho do grupo de jovens da Calvaria

Já vai um mês passado das JMJ 2011 MADRID e ainda corre nas nossas veias a euforia da vivência cristã que lá sentimos.
Fomos 15 elementos do grupo “AGNI DEI”: Andreia, Andreia Sousa, Beatriz, Daniela, Filipe, Joana, Jéssica, Kathia, Mariana, Marcelo, Patrícia, Ruben, Silvia, Soraia, Valdemar. Na ida cada um por si mas na vinda todos por um – Jesus Cristo.

Foi uma experiência única, uma festa da alegria da fé que temos, o que pudémos viver naqueles dias.
Foi o renovar da nossa vida espiritual através do nosso contacto com tantos que, tal como nós, nunca julgámos ser assim TANTOS.

Sabemos que, muitas vezes, especialmente os mais jovens, receiam em afirmar a sua identidade Cristã aos seus amigos ou áqueles que com eles convivem no dia a dia, mas a verdade é que, e no nosso caso, testemunho eu, através das JMJ, isso torna-se impossível.

Somos todos Cristãos, fomos todos pelo mesmo Cristo e vivemos todos a mesma Fé, sem olhar à raça ou à cor da pele, através do nosso sorriso, do nosso acenar de mão, da nossa afirmação como portugueses, dos nossos cânticos de mensagem jovem. Enfim, tudo o que nos referencia pessoalmente fazia-nos identificar com todos os que por nós passavam e que retribuima, também, fazendo-o sem vergonha ou receio. Somos tantos, juntos com a mesma base espiritual – Jesus Cristo.
O nosso Santo Padre Bento XVI alertou-nos para que: ” Não tenhais medo do mundo, nem do futuro, nem da vossa debilidade… O Senhor concedeu-nos viver este momento da história… É impossível encontrar Cristo e não O dar a conhecer aos outros…”

Nós somos a prova viva disso mesmo. Com estas JMJ somos jovens mais alegres em Cristo, mais FIRMES na nossa FÉ, embora saibamos que a vida de rotina nos pode levar a fracassos ou desilusões, a lágrimas ou revoltas, também sabemos, e agora temos ainda mais certezas disso, que há um Deus que nos ama sem limites e quer que sejamos felizes por inteiro. Só com Ele sabemos que o pudemos ser, deixando para trás tudo o que de menos interessa e, apenas dando importância a tudo o que de bom temos na vida e que Ele nos proporciona viver.

ATÉ BREVE
Silvia Santos, dos “AGNI DEI”

Grupo de Jovens “O Amanhã” também esteve em Madrid

Este texto é a junção dos vários testemunhos das pessoas que foram às Jornadas Mundiais da Juventude…
Entre os dias 15 e 22 de Agosto, oito jovens da nossa paróquia, juntaram-se a mais 202 da Diocese de Leiria-Fátima e partiram rumo a Madrid, cheios de expectativas e sonhos. Lá encontraram-se com mais de quinze mil jovens Portugueses e mais de um milhão de jovens dos cincos cantos do Mundo.
As Jornadas Mundiais da Juventude, mesmo para quem já tinha ido a outras, eram uma novidade para todos.
Foi uma semana cheia de emoções; alegria; cor; sono; fome; cansaço; convivência; descoberta; aventura; partilha (incluindo banhos, onde não houve espaço para a vergonha); bolhas nos pés..
Um misto de sensações que no todo resultaram numa aprendizagem a lidar com um grande número de pessoas, a maioria desconhecidas, de outros países, com culturas diferentes.
Madrid, cidade com muito calor, em que litros de água diariamente eram bebidos, com muita gente a circular nas ruas e meios de transporte, que nos fazia perceber a força que a fé em Cristo tem no mundo. Fez-nos perceber que a Fé não tem idade, não tem momentos, não escolhe pessoas, que é uma busca constante, um redescobrir a qualquer momento, que ao nosso lado se cruza alguém que é testemunho de vida, de alegria, que não tem medo, não tem vergonha, em dizer que acredita em Cristo. Podíamos não ter mais nada em comum, mas uma coisa nos unia: a Fé e o Amor em Cristo.
O dia em que vimos que há esperança no futuro cristão, foi no Dia de Portugal, onde se reuniram os milhares de portugueses com os bispos e com D. José Policarpo que nos falou, essencialmente das vocações. Foi lindo ver tantas camisolas verdes juntas!
O grande “abanão” na nossa fé foram os encontros do Papa com os milhões de jovens de todo o mundo, jovens que muitos deles não podem expressar livremente a sua crença nos seus países de origem, com línguas diferentes, rituais diferentes, mas com uma só fé e um só amor em Cristo. Apesar dos vários percalços a que estivemos expostos, ninguém moveu um musculo para sair dali e encontrar situações mais agradáveis, pelo contrário, continuamos as orações ainda com mais “garra” e com a presença e apoio do Papa.
Esta viagem deu também para nos conhecermos melhor a nós próprios, e conhecer o papel que Cristo tem em cada um nós. Apesar das dúvidas e fracassos, o Deus de Jesus Cristo continua precisar de cada um nós, pois cada um é único e Deus quer nos enraizados n’Ele, o Único que garante uma felicidade sem limites, que dura e perdura se vivemos no seu coração.
O grupo veio consciente de que a sua missão começa agora, nas suas famílias, nos grupos e na paróquia na qual está inserida, sabemos que estas Jornadas não foram o fim de uma meta mas sim, o inicio de um longo percurso, um percurso onde esperamos crescer, e ficar cada vez mais enraizados e edificados em Cristo, firmes na Fé.

Testemunhos da JMJ

Parti para Madrid…

…com imensas perguntas às quais sentia que ia encontrar uma resposta, saí com a esperança que mais do que firmes estivéssemos unidos na fé.

Completamente aberto ao que Deus queria para mim naquela aventura fui com imensas esperanças. Apercebi-me que a resposta aos meus “porquês” estava certamente na fé e foi nas ruas de Madrid que percebi isso.

Ver um número enorme de jovem gritar o que significava para eles Cristo fez-me perceber que não há que ter medo de mostrar como somos. E esta era uma das dúvidas que eu levava: Vale a pena mostrar o que sou sem medo da opinião dos outros?

Mas senti-me pequenino quando no metro (sitio de tantas aventuras e onde tantas histórias se passaram) vejo um grupo de chineses a festejarem connosco a fé. Senti-me pequenino, para nós que somos cristãos “quase que por hereditariedade” (como dizia o Padre Manuel Henrique numa das orações) é fácil irmos a uma igreja, é fácil adorarmos a Deus mas para eles que certamente são perseguidos nada disto deve acontecer.

A minha esperança de união foi conseguida, encontrei nos 210 peregrinos da Diocese grandes companheiros de cantorias, brincadeiras e conversas prolongadas. E foi neste grupo que algo que percebi que vale a pena mostrarmos o que somos, que vale a pena expulsarmos toda a alegria e fé que há em nós porque é esse o espírito que as jornadas procuram em nós.
Há alguns episódios que gostavam de partilhar. O primeiro um pouco triste mas que me transmitiu algo muito importante, os quão frágeis são as coisas. Entre brincadeiras uma rapariga que conheci nas jornadas perguntou-me se me podia dar um abraço forte, eu acedi ao pedido mas confuso perguntei o porquê e a resposta não podia ser mais dolorosa, um amigo dela tinha morrido em Portugal nesse dia. Este acontecimento fez-me pensar no quão efémeras as pessoas são e que por vezes elas desaparecem sem que possamos dizer um simples “gosto de ti”.

Realço a união do nosso grupo que acolheu jovens que não vinham na companhia de nenhum outro organismo mas que facilmente se enturmaram, o que é de louvar.

Outra coisa que me deixou a pensar passou-se em Cuatro Ventos. Nem todos tinham levado consigo os sacos cama ou qualquer outra coisa com que se proteger da inesperada chuva. Foi então que vi alguns jovens do grupo de jovens de Fátima juntarem todos os sacos cama de modo a “construírem” um abrigo… Um verdadeiro “a união faz a força”, fez-me pensar que há que partilhar que nós sozinhos podemos não conseguir muito mas juntos podemos construir algo bom e benéfico. Um exemplo de união. Assim como a partilha de sacos cama com aqueles que não tinham pois o calor dos dias anteriores em nada fazia prever aquele frio, assim foi essência a partilha entre nós para que todos passassem uma noite confortável.

Cuatro Ventos foi um verdadeiro encontro com a fé na figura de sua excelência, o Papa Bento XVI, num mundo em que cada vez se nota mais um afastamento entre os jovens e a igreja foi emocionante ver aqueles milhares de jovens unidos e firmes em Cristo.

Mas este testemunho não poderia terminar sem referir os famosos banhos de água gelada que nós mostraram que há que dar valor às pequenas coisas da vida como a água quente com que nos banhamos diariamente e que ali nos foi privada.

As Jornadas Mundiais da Juventude foram assim uma experiência que me mostrou o quão importante é a fé na minha vida e como as respostas que procuramos podem estar em Cristo. E foram ainda um contributo importante para reforçar os meus valores enquanto ser humano.

Ricardo Neto

Bom dia!

Cara comunidade, enche-nos o coração de alegria saber o esforço, dedicação e empenho de todos vós para que esta viagem se concretizasse!

Partimos, peregrinos de coração e espírito cheios de sonhos e expectativas… As Jornadas foram muito mais do que aquilo que poderíamos esperar. Madrid tornou-se num mundo, com os cinco continentes unidos, e de um só idioma: a Fé.

Por vezes sem rumo, optamos pelo fácil e cedemos às dificuldades, mas perdidos em Madrid encontrámos o verdadeiro caminho guiados pelo sucessor de Pedro. Como grupo que somos devemos construir o nosso trilho sobre pedras firmes: coesão, formação, anuncio e oração cimentados pela Fé. Vamos reiniciar com estas pedras nas mãos, impulsionados por esta aventura, esperamos unir-nos a vós, caminhando lado a lado convosco e Jesus Cristo.

A bagagem veio cheia de tesouros únicos e com uma missão: recebemos uma Fé renovada, experiências pessoais e em grupo marcantes, fortificando o elo entre nós grupo e entre nós e a Igreja. Agora há que partilhar esta Fé, evangelizar a nossa família, amigos, comunidade e quem sabe ir um bocadinho mais longe.

Ultrapassadas tormentas, reavivámos o espírito dos nossos antepassados descobridores, encontrámos novos mundos e retornámos, enviados, para mostrar ao mundo o pedaço de conhecimento que encontrámos naquele paraíso passageiro e nos enriqueceu. Cada vez mais “firmes na Fé” e, claro, “enraizados e edificados em Cristo”

En nombre del grupo de jóvenes

gracias y adiós

Grupo de Jovens da Cruz da Areia

Uma experiência de fé única na vida

Com um milhão e meio de outros jovens de todo o mundo respondi ao chamamento e fui às Jornadas Mundiais da Juventude. Não fomos como turistas, mas sim como peregrinos. Fomos dar, receber e partilhar, fomos cantar, orar e reflectir. Mas, essencialmente, fomos para nos tornarmos mais firmes e edificados na fé e em Jesus Cristo.

Como bem sabeis, ninguém dá o que não tem. Se não conhecemos Jesus Cristo não podemos falar dele. Se não rezamos como podemos ensinar a rezar? É dito no provérbio “Bem prega Frei Tomás que bem diz e nada faz”, quando a palavra não tem vida soa a pouco e esta peregrinação resultou muito mais em acções do que em palavras feitas. Não devemos ter medo de falar de Jesus e com Jesus, Ele dá-nos tudo e principalmente, o sentido na nossa vida.

Percebi que Jesus quer seguidores não admiradores e gostar é diferente de amar. Os jovens devem amar Jesus e ter consciência que antes de nós o amarmos já Ele nos amava e que quer para nós o melhor.

Da minha paróquia, para estas jornadas, fui sozinha, não conhecia ninguém. Revelou-se um problema? Sem dúvida que não. Partilhei essencialmente o meu percurso nestas jornadas com um grupo fantástico de jovens da Maceira que me acolheram de braços abertos e com um enorme sorriso na cara. Fiz amigos e conheci ainda mais o amigo comum de todos nós: Jesus Cristo.

Um dos momentos mais marcantes desta jornada foi a catequese com os jovens e os bispos portugueses. Foi bom ver que aquele ânimo e alegria, ali partilhados, podem ser transmitidos para todos os portugueses e que poderemos juntos tornar Portugal um pais melhor e com mais fé.

Foi-nos pedido que no final desta JMJ nos questionássemos. Vim de lá uma melhor pessoa? Talvez, mas sem dúvida, vim uma pessoa diferente. “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na Fé” revelou-se um desafio que se iniciou com estas Jornadas e que espero que permaneça durante toda a minha vida. Acreditar é correr um risco, e como foi dito por Bento XVI “ a opção de crer em Cristo e de O seguir não é fácil”, apesar do calor extremo, das tempestades, das manifestações, da multidão “enlatada”, muito aprendi nesta Jornada e tenho a certeza que estes dias, partilhados com milhares de pessoas, ficarão para sempre na minha memória.

“E a vida não vai parar, vai como vento, tens tudo a dar não percas tempo, podes saber que vais chegar onde Deus te levar”.

Fiz parte de algo grande.

Joana Santos

Agrupamento 1054 de Monte Redondo nas JMJ

Um grupo de 22 escuteiros do Agrupamento 1054 de Monte Redondo, constituído por 2 Dirigentes, 14 Pioneiros e 6 Caminheiros, participou nas Jornadas Mundiais da Juventude, de 15 a 21 de Agosto, em Madrid – um dos maiores grupos participantes da nossa Diocese, que ao todo conseguiu juntar 200 jovens, de entre os cerca de 10.000 participantes de Portugal… e 1,5 milhões de todo o Mundo. Juntos, cantámos e gritámos por Cristo, sem vergonhas nem preconceitos… rezámos na rua… dançámos com pessoas de países que nem sabemos bem onde ficam… trocámos lembranças… resistimos à tempestade e ao sol… chorámos de alegria com o Papa e rimos com o seu bom humor… unimos num só hino Portugal e S. Tomé e Príncipe… e todo o Mundo… e deixámos em Madrid uma pegada de Cristo, sem dúvida inesquecível. Em forma de partilha e agradecimento a todos quantos contribuíram para o nosso caminho, deixamos aqui alguns pequenos testemunhos dos participantes.

Eliana Gomes, Pioneira – Para quem o viveu, sabe que o caminho não começou dia 15 de Agosto, mas sim, a partir do momento em que surgiu a ideia. A ideia de ir às Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), em Madrid. A comunidade pioneira e os caminheiros do agrupamento 1054 de Monte Redondo puseram mãos à obra em busca de um sonho que, dia após dia, foi ganhando forma. Começámos a trabalhar não só nas angariações de fundos, mas também em catequeses que nos prepararam para o caminho, a fim de percebermos melhor o que constituía realmente essa “ideia” e, ainda, para discutirmos vários assuntos de ordem prática e logística.
“Firmes na fé” foi o lema da 26ª JMJ, um encontro de jovens de todo o Mundo com o Santo Padre, onde se partilharam sensações e momentos de oração e comunhão em Cristo a par de uma componente cultural, como visitas a Museus, igrejas, jardins e, ainda, festas e tempo para conviver com todos os cantos do Mundo. Um lema tão simples, mas que tanto diz… Permanecer “Enraizados e edificados em Cristo, Firmes na Fé”: o objectivo principal de todos quantos participaram neste encontro, de forma a fortalecer, partilhar e melhor compreender a fé cristã, numa coesão universal entre os jovens. A oração, tanto conjunta como individual, foi, sem dúvida, indispensável, pois torna essa fé forte e consistente. Pessoalmente, é essa a chave para estar em contacto com Deus e foi o auge destas JMJ. Porém, nem sempre é fácil encontramo-nos verdadeiramente com Ele, por isso é que, quando nos encontramos verdadeiramente, nos é tão especial. E as JMJ foram uma grande oportunidade para este encontro pessoal e próximo com Cristo, também na oração. Esta oportunidade é-nos continuamente oferecida e nunca deveria ser rejeitada, se é realmente Ele a quem queremos seguir.
Esta foi uma experiencia única de vida, não só porque nos enriqueceu culturalmente, mas também, e principalmente, porque vivemos dias e momentos que nos tocaram e fizeram chegar ao coração a mensagem de Jesus, através do Papa, e com a qual podemos partilhar entre os jovens que crêem no mesmo Deus. No fundo, é festejar a fé cristã, poder alimentá-la e partilhá-la. É sentir uma alegria profunda e uma paz pura a bater cá dentro; é ter vontade de falar a toda a gente e querer dar-lhes testemunho; é querer seguir Aquele que se fez pequeno entre nós, sendo o Todo-poderoso; é sentir vivamente o Dom de Deus e aceitá-lo de todo o coração.

Edson Monforte, Caminheiro – A JMJ me fez viver de maneira que a minha própria presença não seja notada, mas que a minha ausência seja sentida, fazendo-me entender que tudo o que é bom dura o tempo necessário… jamais esquecerei!!! Vi que cada minuto na minha vida que passei com raiva, foram sessenta segundos de felicidade que perdi! E sendo Deus que nos dá coragem para aceitar as coisas que não podemos mudar, coragem para mudar o que pudermos e sabedoria para distinguir uma coisa da outra… tornei-me mais firme.
Ao confessar-me, vi que a confissão das más acções é o primeiro passo para a prática de boas acções, notando que o futuro mais brilhante sempre estará baseado num passado esquecido; nós só teremos sucessos na vida quando esquecermos os erros e as decepções do passado… e trabalharmos para construir um futuro melhor. Obrigado!!!

Jorceley Neto, Caminheiro – Antes de mais, obrigado pela oportunidade de expressar o que senti nas Jornadas. Gostei muito da experiência, vivi coisas que nunca tinha vivido, reforcei a minha fé, partilhei e recebi ajudas. Tornei-me uma pessoa diferente do que era dias atrás, antes das Jornadas. Gostei de caminhar em grupo, na conquista de um só objectivo. Eu pude tirar muitas coisas boas das jornadas para enriquecer a minha vida, pois vivi as maiores emoções da minha vida… agradeço principalmente a Deus e também a todos que contribuíram para o sucesso dessa grandiosa jornada. Obrigado…

Depois de acompanharmos estes jovens e ouvirmos o seu testemunho, concluímos que valeu a pena o enorme esforço efectuado pelo Agrupamento, unido no objectivo de fortalecer e renovar a relação pessoal dos seus escuteiros com Cristo, fonte da Fé que dá um sentido e conteúdo único ao nosso movimento. Voltaremos a reunir o grupo de participantes da nossa Diocese numa celebração de partilha e festa, em Fonte Cova (englobada no programa da Festa de Fonte Cova – Celebração Jovem, Sexta-feira, 9 de Setembro)… e convidamos todos a estar presentes para assim sentirem, partilharem… e quem sabe deixar-se contagiar pela nossa alegria!

Obrigado a todos quantos nos apoiaram – todos os escuteiros que não puderam participar, pelos mais variados motivos, mas contribuíram com um esforço activo, os pais e amigos dos participantes, todas as pessoas e instituições que nos deram palavras de alento e coragem, que nos compraram um pão ou um bolo (etc), que nos deram um donativo, enfim, a todos aqueles que de alguma forma nos acompanharam – bem ajam. E contem connosco… Sempre Alerta para Servir 😉

Eliana Gomes, Vanessa Sobreira, Edson Monforte, Jorceley Neto, Helena Pedrosa

Testemunho do último Convívio Fraterno

Paro por alguns momentos esta vida acelerada ao qual me habituei, e procuro sinais da antiga Marine. Existem muitos, demasiados até, mas sinto um brilho novo do qual vos quero falar. Esta é a minha história, mas podia ser a tua.

Quando participei no Convívio Fraterno no Seminário de Leiria, nos dias 29/30/31 de Outubro e um de Novembro, as expectativas eram nulas. Duvidei que alguém pudesse abalar este corpo de aço, que sempre julguei ter, esta razão confiante que fui construindo e esta alma certa do seu caminho, que sempre tive. Cada certeza, cada erro. Em três dias, tudo isto foi abalado e a Marine, outrora imponente, conseguiu ver de perto a pontinha dos dedos dos pés – conheci a minha pequenez. Chorei, duvidei e finalmente percebi. Naquele lugar, onde paira o maior sentimento de amor ao próximo que já senti, percebi a minha pequenez. Ao admitir, enquanto ser humano integral e nu, os meus erros intermináveis, conheci a minha pequenez. Ao baixar a cabeça, em sinal de arrependimento, conheci a minha pequenez. Ao dizer “amo-te Deus, eis-me aqui e toma a minha vida”, conheci a minha pequenez.

Agora, ao respirar novamente o ar do mundo que ontem me fascinou e hoje me assusta, penso em como não queria ter saído daquela bolha protectora que me acolheu durante três dias. Mas saí. Saí para enfrentar o desafio maior que é saber viver nele e combater com força e com fé, a minha pequenez.

Marine Lopes Antunes – C.F. 1134

Festa da Fé: as palavras de quem esteve presente

O que achei da Festa da Fé, em geral:

Estava muito bem organizado e deram a conhecer a muitas pessoas o que há por toda a diocese. (Ana Agostinho)

No geral, achei bastante engraçado e apelativo. Para quem não conhecia a nossa cidade ficou a conhecê-la melhor. Um contra da actividade é que era muito muito grande e foi bastante cansativo. Mesmo assim foi engraçado. Para a próxima acho que se podia, se for possível, dividir os grupos para se conhecerem. (Paulo Cardoso)

Embora não pudesse ter estado presente em todas as actividades desenvolvidas, gostaria só de deixar aqui os meus parabéns a toda a organização. São, sem dúvida, actividades como esta que fomentam um caminhar na fé, sentido, verdadeiro e em comunidade. (Tânia)

Do pouco que pude participar, achei a “Festa de Fé” uma excelente ideia para colocar, com alegria, os cristãos no mundo. Tê-la feito coincidir com o dia da cidade, deu-lhe a atitude da Igreja que vem para a rua e está a par com a sociedade civil. A existência das barraquinhas também. Foi oportunidade de se reconhecerem os cristãos que, noutros locais, só se desconfiava que o eram :). (Filipe Neves)

Apenas estive presente no domingo, participando na actividade realizada para os escuteiros e posteriormente na missa e procissão. E quero dar os parabéns a toda a equipa que realizou esta actividade, pois estava sem dúvida, muito bem organizada. Espero que para o ano esta festa se torne ainda mais vivida e participada por todos. (Daniela)

Muito positivo, o pedi-paper excelente, mas um pouco complicado… Algumas perguntas eram de difícil resposta. A minha foto-reportagem está aqui http://pdivulg.blogs.sapo.pt/  As tendas muito variadas e engraçadas. Achei a tenda da Vigararia de Leiria muito pobre… Mas dou nota positiva. (Paulo)

No geral a Festa da Fé foi boa, com saldo positivo, pois encontrei pessoas de diversas paróquias, vigararias. Esteve sempre com pessoas a circular pelas barraquinhas e a participar nas diferentes actividades. Notava-se boa disposição, alegria, partilha, convívio entre as pessoas que participaram. Há sempre algo a melhorar, e podia ter tido ainda mais pessoas se tivesse sido um pouco mais incentivado nas paróquias. Mas deixo os parabéns a quem teve a ideia e o obrigado a quem trabalhou na organização. Penso que os objectivos foram conseguidos. (Sónia Repolho)

A festa da fé foi muito original e acho que não devia ficar só por aqui. Acho que marcou muita gente… foi uma fonte que brotava alegria a cristãos que contagiava até os mais distraídos… O facto de poder mostrar a cara alegre da nossa fé fez-me sentir leve para poder falar de coisas em comum… O entusiasmo dos cristãos iluminou a cidade… estão todos de parabéns… (Lino)

O que achei do Festival da Canção Jovem:

Além de ter visto apenas algumas musicas, achei que a participação foi boa e a interpretação do tema “Faz o que Deus espera de ti” destacou-se.(Ana Agostinho)

Visto que estava a fazer a actividade, não me foi possível assistir ao festival. (Paulo Cardoso)

Nunca tinha estado presente em nenhum. Adorei. É uma boa iniciativa pois, para além de expor as qualidades dos participantes, promove também a inovação/criação onde estão presentes a partilha e a fé. (Tânia)

Gostei muito da alegria que vi nos participantes com canções e do ambiente informal que, em geral, lhes vi. O som das vozes poderia ser mais bem captado/equalizado, pois tive dificuldade em entender as letras. O ar livre também dificulta… Mas tem a vantagem de colocar a pastoral por entre a sociedade civil (já tinha dito :). E dá mais ar de festa. A localização e dimensão do som de retorno do palco atrapalhava a visualização dos artistas. O apresentador é o máximo! Com uma equilibrada postura de humor sem deixar o principal do seu papel. Exemplar! O troféu/prémio estava muito bem estudado: simples e significativo. Mas achei que estava pouca gente! Do calor? Talvez estivessem “camuflados” ao abrigo da sombra… (Filipe Neves)

Não pude assistir, pois fizemos o pepi-paper na mesma hora do festival. Ainda apanhámos a canção vencedora e era muito boa, excelentes vozes. O sol bateu com muita força, o que não ajudou a assistir ao espectáculo na rua… (Paulo)

Correu bem, pouca juventude a ver o Festival. Possivelmente o calor que se fez sentir não ajudou. Quanto às músicas que participaram, não achei que houvesse alguma que se destacasse e fosse mesmo boa. Temos de investir mais nos adolescentes e jovens. Força! (Sónia Repolho)

O festival foi espectacular… é pena so ir uma banda ao fim… A face jovem da Igreja mostra-se e contagia… (Lino)

O que achei do Concerto da Banda Jota:

Havia muita gente a assistir, além de maior parte das pessoas não conhecer as músicas da Banda, o concerto teve um público grande. (Ana Agostinho)

Foi bastante interactivo, tem um elenco bastante interactivo com o público, embora este não tenha entrado muito dentro do “concerto”. Gostei também da mensagem que o grupo passou. (Paulo Cardoso)

Foi uma boa aposta. Eu já conhecia, mas não deixa de ser fantástico toda aquela animação ao mesmo tempo que se partilham ideais. (Tânia)

Óptimo! Conseguiram meter as pessoas a mexer, o dinamismo presente é impressionante, até a minha filha de 8 anos veio a cantar o “Braços no ar…” Tenho pena, pois parece-me que foi pouco participado. (Paulo)

Foi bom, é uma boa escolha.! A banda Jota já tem muita experiência em trabalho com a juventude e em convertos. Já era tempo de vir a Leiria (nr: A Banda Jota já tinha vindo uma vez a Leiria, fazer a segunda parte do Festival da Canção Jovem). Se calhar ter estado um pouquinho mais de tempo…. Talvez para um próximo invento… (Sónia Repolho)

Foi um misto de animação e paródia, mas com um lado muito objectivo de nos tocar no coração… e apesar da animação, sabíamos que alguém maior que nós estava ali… quero ir ao festival jota vê-los novamente (nr: mais informações aqui). Durante o concerto fui comprimentar os meus amigos convivas e aconteceu uma coisa espectacular: cumprimentei-os a todos e o nosso bispo estava ali ao lado. Fiquei todo envergonhado sem saber como se cumprimenta um bispo: acho que se tinha que beijar o anel ou assim qualquer coisa. Estava para não o cumprimentar, mas o padre Manel incentivou-me e eu, muito envergonhado, fui para lhe apertar a mão e o D. António dá-me um abraço que tocou-me muito cá dentro. O nosso bispo tem uma alma jovem… Aquele gesto faz-me lembrar um pai que ali acolhia o filho pródigo… (Lino)

O que achei do Shemá:

O Shemá apesar de ter sido tarde, pareceu-me que teve muita adesão por parte dos jovens. Se calhar muitos deles nunca tinham participado num encontro Shemá e são capazes de querer repetir a experiência. (Ana Agostinho)

Foi muito tarde por isso não pude ir… (Paulo Cardoso)

O shemá… adorei 🙂 Apesar da quantidade de gente, foi possível manter um ambiente de silêncio e oração como esperamos encontrar nos habituais encontros. Talvez o menos bem sucedido tivesse sido o gesto, não muito acessível às pessoas que ficaram sentadas mais atrás. As músicas… fantásticas! (Tânia)

Não gostei… (pois é , não é só dizer bem) a acústica da Sé é péssima… E para as pessoas que ficaram mais para trás tiveram grandes dificuldades em entender as leituras, e muitas saíram antes do fim. A ser repetido, mas não na Sé… Para mim é importante ser num local acolhedor, a Sé é demasiada ampla e estraga um pouco o ambiente, acolhedor… é pena. Mas claro do resto 5* (Paulo)

O Shemá, foi bom. Muito mais, depois de um dia cheio de actividades e música, terminar com o shemá foi muito bom. Fiquei surpreendida com o número de participantes.(Sónia Repolho)

Depois da agitação da banda jota, um momento para parar um pouco e encontrarmo-nos com o anfitrião da festa… quando é a próxima festa da fé? (Lino)

Festa da Fé: as vossas impressões

À semelhança dos anos anteriores, e a exemplo do que alguns já fizeram, venho pedir as vossas impressões (dos que estiveram presentes, obviamente) acerca da Festa da Fé, em geral. Em particular gostaria que fizessem referência ao Festival da Canção Jovem, a concerto da Banda Jota e à oração Shemá que integrou o programa. Podem preencher o formulário que se segue, ou enviar directamente um email para o SDPJ.

As impressões que nos forem chegando, estarão aqui nesta hiperligação!

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